sexta-feira, 16 de abril de 2010

A História da Bateria

O Princípio

Os estudiosos consideram que a voz foi o primeiro instrumento musical surgido. Seguindo esse raciocínio poderemos considerar os instrumentos percussivos, os primeiros instrumentos criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antigüidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e eram percutidos com as mãos.

Os tambores mais antigos descobertos em escavações arqueológicas pertencem ao período Neolítico. Um tambor encontrado numa escavação da Moravia foi datado de 6000 anos antes de Cristo. Na Mesopotâmia foram encontrados pequenos tambores (tocados tanto verticalmente quanto horizontalmente) datados de 3000 anos antes de Cristo. Tambores com peles esticadas foram descobertos dentre os artefatos Egípcios, de 4000 anos antes de Cristo. A diversidade de instrumentos percussivos é quase incontável: são bongôs, tímpanos, tamborins, pandeiros, congas, entre outros.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas com a invenção do pedal todas essas pessoas se tornaram desnecessárias.

O primeiro pedal prático foi inventado em 1910 por, Willian F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.


Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.


Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria – ou “trap set” como foi chamada inicialmente.


Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós como admiradores desse instrumento devemos estar atualizados com essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento.
Constituição
Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos, indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, (pads) eletrônicos devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart, Mike Portnoy ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como roton-tons, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execução rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.
Hoje em dia, o aparecimento de novas técnicas e maneiras de encarar o instrumento, permite com que ele continue em evolução e exija cada vez mais dedicação por parte de seus praticantes.

Espero que essa matéria ajudem vocês!!  Abraço a todos!!  Alex

quarta-feira, 3 de março de 2010

Como escolher um bom professor


"Quando você pára de aprender, você morreu." Uma pessoa muito inteligente disse-me isso certa vez, e é absolutamente verdade. Não importa o quanto "bom" você pensa que é, você sempre pode aprender algo novo. Pergunte a qualquer profissional em qualquer área. Os melhores profissionais estão constantemente se "reciclando" e se aperfeiçoando. Eles mantêm a mente, os olhos e os ouvidos bem abertos. Mas enquanto os profissionais sabem o que procurar em um instrutor, os iniciantes precisam ser ajudados. E enquanto há centenas e centenas de professores para se escolher, a grande maioria deles não é realmente de boa qualidade. Então o que faz com que um professor seja um "bom" professor?
Quando os profissionais escolhem um professor, eles geralmente estão querendo melhorar alguns aspectos da sua maneira de tocar. Mas se você é um iniciante, você precisa de tudo, desde o início. Procure por um professor que ofereça fundamentos sólidos na área musical, como a leitura, técnica e prática. Embora seja importante encontrar um instrutor com quem você se dê bem, não deixe ser este o seu único motivo de escolha. Verifique alguns itens como:
Leitura - Se você tem a intenção de ser um músico profissional, você deve aprender a ler música. Procure por um professor que te dê mais do que uma folha cheia de notas e uma rápida explicação de como ler estas notas. Um bom professor vai explicar as regras que existem por trás da música, de maneira que você esteja apto a interpretar e executar qualquer peça musical e, não simplesmente memorizar um exercício específico de uma lição semanal. Você deve conhecer as figuras e notas musicais, as pausas, o que significa uma fórmula de compasso, como e porque os valores das notas e pausas dependem da fórmula de compasso, o que é um ponto de aumento, sinais de dinâmica, apojaturas, contagem, abreviaturas, sinais de repetição, etc. Se você nunca ouviu falar nestes termos, é bom você começar a procurar um outro professor.
Técnica - Um bom professor deve mencionar a maneira correta de segurar as baquetas, o que chamamos de 'grip', priorizando um movimento relaxado ao invés de criar uma tensão. Deve explicar os rudimentos (exercício que recebem nomes estranhos como paradiddle, ratamacue, flam, etc), e outros exercícios que ajudam a desenvolver a velocidade, coordenação e agilidade entre as baquetas. Alguns iniciantes acham que os rudimentos são apenas para as pessoas interessadas em Bandas Marciais ou Orquestras, mas isso não é verdade. Em primeiro lugar, tudo o que você toca, tecnicamente é um rudimento. Segundo, a quantidade de variações de manulação que os rudimentos exigem, vão melhorar muito suas habilidades e controle para executar qualquer estilo de música, desde o heavy metal até o samba. Se o seu instrutor está negligenciando este assunto, é hora de você mudar.
Prática - Esta é a parte mais importante. É aqui que você aprende a desenvolver sua coordenação, os mais variados estilos musicais e, basicamente aprende a utilizar a bateria como um todo e de uma maneira mais eficiente. Mantendo o 'time' (andamento), desenvolvendo o 'feeling' correto para o estilo que está sendo executado, 'dirigindo' a banda, e aprendendo a solar.
Agora é com Você
Estes foram alguns conselhos para você levar em consideração quando procurar por um professor. Você merece o melhor, mas lembre-se de uma coisa: nenhum professor pode te ensinar nada. O que eles podem fazer é te mostrar os caminhos, você deve aprender por você mesmo. E a única maneira de se conseguir isso é praticando e pesquisando muito. Você deve sempre procurar por sua identidade musical. Não se limite a apenas copiar os outros, tenha seu próprio estilo.
Alex S. de Souza

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fisiologia do Baterista


Ao tocar bateria, nós fazemos o mesmo esforço e os mesmos movimentos oscilantes usados diariamente pelos atletas. Como resultado, nosso corpo sofre muitas das tensões como o corpo deles. Isso não significa que você tem que treinar como um atleta profissional. Há algumas diretrizes simples que você pode seguir para manter o equilíbrio físico. Na música, nós buscamos uma porção de equilíbrios, como ritmo, melodia e harmonia. Neste artigo, nos concentraremos em equilíbrios físicos.
Há 6 componentes básicos no equilíbrio físico:
  1. Alongamento
  2. Postura
  3. Mecânica do corpo
  4. Respiração
  5. Hidratação
  6. Ergonomia
Examinaremos cada um destes ítens mais de perto, com algumas sugestões úteis.
Alongamento – como qualquer atividade física, você tem que se alongar para alcançar uma boa flexibilidade. Em termos mais simples, flexibilidade é igual à força. Uma boa flexibilidade o manterá livre de dores e danos maiores ao seu corpo. Lembre-se: uma boa casa requer materiais fortes!
Uma coluna forte é extremamente importante para todo baterista. Nós estamos sentados quase 100% do tempo, e isso significa que ela está nos apoiando o tempo todo em que estamos tocando. Algumas pessoas lhe dirão para colocar um encosto no seu banco. Encostos são muletas. Elas não fixam nada. Nós precisamos atacar o problema, e não colocar uma bandagem nele! Você precisa esticar(manter uma posição correta) sua coluna antes que a dor apareça! Aqui vão algumas sugestões para você experimentar:
Sente-se em uma cadeira sem encosto. Ponha uma das pernas em um apoio, ou outra cadeira da mesma altura da que você está sentado. Observe se sua coluna e seus ombros estão retos. Com a perna esticada, abaixe sua cabeça até o joelho, mantendo a coluna reta. Assim você vai sentir uma leve “queimação” no músculo de trás da perna. Não force muito! Segure nesta posição por uns 5 segundos e retorne à posição inicial lentamente. Isso vai aliviar a tensão dos músculos da perna e da sua coluna. Repita o mesmo com a outra perna.
Tente este aqui: coloque a palma da mão nas costas e o cotovelo apontado para o teto, mantendo a coluna reta. Com a outra mão, você pode forçar, um pouco, o cotovelo deixando-o alinhado com sua coluna. Dê 3 respirações profundas para estirar. Este exercício ajuda na extensão de toda a parte superior do corpo e ajuda a alinhar a coluna.
Há uma outra coisa que nos devemos estar atentos. Nós carregamos muito peso em nosso trabalho, transportando equipamentos prá lá e prá cá. É importante que nós tenhamos muito cuidado ao carregar objetos pesados. Nunca dobre a coluna ao levantar um peso. Sempre dobre os joelhos.
A próxima área de preocupação são nossos antebraços e pulsos. Um modo para prevenir a tensão nos músculos da mão e antebraço é ter uma “pegada” relaxada. Me falaram uma vez que devemos pegar na baqueta como se segura um pássaro pequeno. Firme o bastante para não deixá-lo escapar, mas não tão apertado a ponto de esmagá-lo.
Do mesmo modo que a coluna, devemos alongar os antebraços e pulsos. Veja algumas dicas: ponha a palma de sua mão numa superfície plana, como por exemplo uma parede. Mantenha a mão bem aberta e deixe o antebraço 90º em relação à mão.
Agora, movimente um dedo de cada vez, tirando-o da parede e voltando a encostá-la. Isso vai exercitar o tendão de cada dedo separadamente.
Estenda agora seu braço com a palma da mão virada pra você, e os dedos apontando para baixo. Aperte suavemente sua mão à parede para estender os músculos de seu antebraço, mantendo o braço todo reto.
Seguindo esses exemplos e mais outros que você conhece de alongamento, você estará mais preparado para sua seção de prática ou uma “gig”. Lembre-se: para construir uma casa sólida, precisamos de um alicerce sólido. Mantenha-se alongado e com uma postura correta.
Postura - o primeiro passo para uma boa postura é ficar relaxado, sem produzir tensão alguma. Devemos manter um bom alinhamento do nosso corpo. Veja aqui um exemplo de má postura. Imagine um baterista que se apoia no seu kit, com seus ombros caídos para frente e a coluna envergada. Ele terá problemas mais cedo ou mais tarde. O próprio modo de sentar-se deve ser observado:
  1. seus ombros devem estar alinhados com seus quadris;
  2. procurar o centro de gravidade do banquinho e sentar-se jogando o peso do seu corpo para frente e não para trás;
  3. seus joelhos devem estar na mesma altura ou mais altos que seu quadril. Se você estiver sentado muito baixo, estará provocando muita tensão nas suas costas.
Lembre-se: uma boa postura é sempre relaxada, e não rígida.

Mecânica do corpo – você deve tocar observando e respeitando a mecânica do seu corpo.
O modo como tocamos nos tambores é muito importante. O movimento deve ter uma certa “fluência”. Permita com que a força de gravidade ajude você com os movimentos, trabalhe à favor da natureza e use movimentos naturais do seu corpo. Quando você pratica, tome um tempo para observar os movimentos naturais dos seus dedos, pulsos, antebraços, braços e pernas. Procure visualizar a mecânica que constitui nosso corpo e desfrute do que ela oferece. Desta maneira você poderá, por si mesmo, criar um novo campo de observações e desenvolver muito sua maneira de tocar corretamente.

Lembre-se de que cada pessoa possui um corpo que, em alguns detalhes, se diferencia dos outros. A própria anatomia é um fator individual. Muitos bateristas se prendem aos modelos, e até mesmo copiam a montagem do kit e a maneira de tocar de seu baterista predileto. Mas, você tem a mesma anatomia que ele? Você passou pelos mesmo processos de aprendizagem que ele para chegar a essa montagem? Você possui a mesma estatura que ele para regular o seu banco na mesma altura que ele regula? Pense nisso, trabalhe sempre a favor da sua natureza e da sua realidade!
Respiração – oxigênio é nossa fonte de energia primária. A própria respiração é essencial à vida. Os bateristas tendem a tomar o fôlego com a música e a prender a respiração quando fazem um “fill”. Pensando nisso, nós temos que respirar de um jeito independente da maneira de tocar.
Uma boa postura é o fator mais importante. A postura correta permite que nosso organismo execute suas funções corretamente. O diafragma, pulmões e abdômen podem trabalhar normalmente. Hidratação – quando tocamos bateria, especialmente em shows, nosso corpo consome muita água. É extremamente importante manter um nível alto de H2O no corpo a todo instante. O único modo de fazer isso é beber água antes, durante e depois de você tocar. A água é uma ferramenta excelente para manter seu organismos limpo e com bom funcionamento.
A própria hidratação pode lhe ajudar a evitar a fadiga. A fadiga é, simplesmente um prelúdio para a desidratação. Refrigerante, café ou álcool não são aceitáveis para hidratar seu corpo. Refrigerante e café contém cafeína que á diurético. Um diurético é uma substância que aumenta a produção de urina. O álcool também é um diurético, além de alterar seu estado psicológico. O corpo humano consiste em 96% de água. A água é de extrema importância para a vida.
Ergonomia da bateria – agora que você está tocando com uma boa postura, porque destruir esse novo ganho com uma má disposição do seu “kit”? Os tambores devem ser posicionados de certo modo que você os alcance facilmente. Fazendo isso, juntamente com os aspectos que já discutimos anteriormente, você poderá minimizar os movimentos do seu corpo e aumentar sua eficiência. Os movimentos sobre o “kit” todo devem ser feitos com o mínimo de esforço possível. Se você ver o Dave Weckl tocar, verá um bom exemplo disso.
Concluindo, é útil examinar os bateristas que se utilizam desses princípios. Alguns deles são: Steve Gadd, Dennis Chambers, Steve Smith, Vinnie Colaiuta e Dave Weckl. Mas aplique esses princípios à sua realidade! Pondo em prática os conceitos que vimos aqui ajudará você a reavaliar seu sistema físico e proporcionará um melhor desempenho com menos desgaste, evitando também problemas como a L.E.R.
Faça suas experiências e boa sorte!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Alex Souza





Nascido no Rio de Janeiro no bairro das Laranjeiras no dia 22 de Setembro de 1982, filho da Baiana Valdice dos Santos e do Carioca Armando Antunes de Souza “(em memória)” Alex Santos de Souza "Alex Souza" apesar de sofrer influências musicais ainda criança por conta de seu pai, um apreciador da boa música popular brasileira, iniciou suas atividades musicais aos dezessete anos de idade em 1997. Em 1998 estudou com Antonio Carlos com quem iniciou seus estudos na bateria. Em 2003 estudou com "Claudio Félix" Baterista do Dialeto Brasileiro (Atualmente baterista da Cantora Gospel Aline Barros) com quem desenvolveu novas possibilidades de empregar suas técnicas e habilidades baterísticas. Alex teve influências de vários bateras como: Brasil: Giba Favery, Christiano Rocha, Kico Freitas, Maguinho, Lellei Pinheiros, Carlos Bala, Maurício Leite, Alaor Neves, Zé Montenegro, Estrangeiro: Eric More, Dennis Chambers, Marco Minnemann, Dave Weckl, Vinnie Callaiuta, Steve Gadd, Steve Smith, Virgil Donati, Jojo Mayer, Thomas Lang entre outros grandes nomes que o ajudaram a criar um estilo eclético, com uma pegada forte e um tempero brasileiro. Atualmente Alex desenvolve seu projeto musical educacional, o Drum Lab (Laboratório de Bateria) onde leciona aulas de bateria juntamente com os demais professores do projeto na cidade onde mora. Dentro desse período de didática e constantes pesquisas, concluiu dois fatores importantes para o desenvolvimento de sua metodologia de ensino. " A arte de tocar um instrumento depende da boa vontade do aprendiz e também de uma dose de talento. .. " E com o auxílio de um bom professor, no entanto, o aspirante a músico, pode alçar vôos mais altos, e quem sabe, trilhar uma carreira profissional."

Contado:(22) 9869-9320 E-mail: alexdrummusic@hotmail.com

AULAS DE BATERIA

Bem-vindo ao Drum Lab:.Ligue hoje para agendar 
sua aula experimental gratuita. (22) 9869-9320.



Aulas de Bateria

Bem vindo ao fantástico mundo do ritmo!
Nossa metodologia para aulas de bateria foi elaborada com a intensão de orientar aqueles que tem a curiosidade e querem aprender muito mais sobre esse instrumento fantástico que é a bateria.
Parar entendermos melhor o que podemos fazer em nosso instrumento, trabalhamos bastante a divisão rítmica; já que abateria está diretamente ligada ao ritmo, e não a harmonia e melodia.
Técnicas como: Down, Up, Full, Tap(stroke), Paradiddle, Flan, Drag, Rulos, Pivot etc... são ferramentas importantíssimas, que bem desenvolvidas proporcionam limites ainda maiores ao músico(baterista), pois com técnica e leitura bem desenvolvidas, torna-se bem mais fácil a execução de ritmos, viradas, aplicação (solo, improviso), etc...
Estudaremos todas essas questões e muito mais em nossas aulas de bateria, bem vindol!
Divirta-se!